segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Violência contra professores



  Segundo a reportagem do g1.globo.com,  O Brasil está em primeiro lugar no ranking de violência contra professores divulgado pela Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico. É uma organização internacional, composta por 34 países e com sede em Paris, França. A OCDE tem por objetivo promover políticas que visem o desenvolvimento econômico e o bem-estar social de pessoas por todo o mundo. O sistema educacional esta de alguma maneira falhando na educação das  crianças, dos jovens e dos adolescentes fica claro que tal atitude mostra que não esta ocorrendo aprendizado nas escolas. Os professores além de ser mal remunerados não têm mais o respeito dos seus alunos. Fica a pergunta onde vamos parar com tanta violência?
Abaixo, apresentamos algumas charges que trazem conteúdos que revelam esse problema vivido atualmente, a violência contra o professor. E, muitas vezes, não se trata somente de violência física, mas também a violência psicológica, trazendo consequências para a saúde do docente, tais como a Síndrome de Burnout. Precisamos discutir cada vez mais sobre este assunto pois trata-se de um assunto pertinente à realidade de muitas escolas nos dias de hoje.







Referência:
http://g1.globo.com/educacao/blog/andrea-ramal/post/violencia-contra-os-professores-nao-pode-ser-vista-como-normal.html


Grupo: Leomir de Souza Silva, Luciana Castro da Silveira, Tatiana Henrique Brives

Assédio moral na escola




Assédio moral na escola



O Bullying,é caracterizada também como assédio moral, com comportamentos agressivos, repetitivos, prolongados, cruéis e que intimidam, onde a cada dia aumenta, trazendo  consequências desagradáveis para a  família, prejudicando a educação da vitima que em sua maioria sofre calado. Não é uma situação fácil de identificar, pois geralmente ocorre na ausência de adultos. Um alerta para quem sofre tal violência é que denuncie para que sejam tomadas as providências necessárias.
Abaixo temos um gráfico que apresenta o percentual de alunos envolvidos em algum tipo de violência nas escolas:



Esta pesquisa nos permite observar que cerca de um terço dos alunos no Brasil, independente da rede em que estuda, apresentam comportamento indisciplinado. Há questões como bullying, racismo, abuso sexual, porte de arma, ligação com gangues e tráfico de drogas que contribuem e potencializam a violência nas escolas.
O pedagogo como profissional da escola que está envolvido diretamente com estas questões precisa ter em suas ações uma posição integradora que favoreça a aproximação com o aluno e a família, tornando a escola uma aliada no combate à este tipo de problema e não uma mera repressora de ações indesejadas.

Referência:
http://www.faesadigital.com.br/artigo/categoria/reportagem/violencia+nas+escolas:+um+dos+dramas+da+educacao+brasileira
   

 Grupo: Leomir de Souza Silva, Luciana Castro da Silveira, Tatiana Henrique Brives

Assédio Moral e o trabalho do orientador pedagógico

Individual: Allan de Souza Berbat



A atitude democrática é necessária, mas não é suficiente. Precisamos de métodos democráticos de efetivo exercício da democracia. Ela também é um aprendizado, demanda tempo, atenção e trabalho.(GADOTTI, 1980, p.4)
 Um dos principais papéis do orientador educacional é fazer uma escuta atenta das relações interpessoais construídas no cotidiano, ajudando a revelar o currículo oculto que se produz e reproduz nos diversos ambientes de aprendizagem. A atuação dele, porém, se potencializa quando está integrada ao trabalho da equipe pedagógica. Sendo assim a capacidade de orientação reproduz a eficácia no mesmo modo em que interage e se integra a escola, provocando mudanças na gestão escolar e a vida escolar dos educandos. Além de toda a sistemática envolvida para os orientadores, supervisores e coordenadores pedagógicos, sobressaem também nestas profissões a difícil missão de recuperar indivíduos que sofram caso de assédio moral, violência escolar e transtornos no ciclo social e familiar. Tendo em mente que dos problemas, que enfrentamos no assédio moral, temos a vítima que sofre bullying, e o agressor, que costumeiramente tem problemas no seio familiar, portanto, age com outras pessoas como a referência que o mesmo tem dentro de sua casa. Esses conflitos devem ser mediados da melhor forma para que não haja ônus tanto para vítima quanto que para o agressor. Abaixo segue breve imagem sobre alguns dos pontos que devemos nos atear a gestão do coordenador/orientador/gestor pedagógico:
Por isso o Orientador Educacional deve ser um facilitador das relações interpessoais, acompanhar os alunos que apresentam dificuldades na aprendizagem e comportamento, acompanhar os alunos faltosos, ser um articulador na prevenção aos males sociais e ainda, ser um facilitador no processo de inclusão, favorecendo assim a aproximação entre a escola a família e a comunidade em geral.
Por ser uma área tão importante para a educação, torna-se necessário desenvolver um estudo mais apurado sobre o assunto, discutindo as interferências legais e práticas da Orientação no cenário educacional, tendo em vista que a atuação do Orientador Educacional vai além da escola, e penetra nos ambientes sociais, políticos e legais que, atualmente, sofreram alterações substanciais, pela dinâmica imposta pelo desenvolvimento dos diferentes setores da sociedade e pelo processo de globalização e de acesso rápido e ilimitado ao acervo do conhecimento universal.   
Como é sabido, a tarefa do Orientador Educacional desenvolve-se essencialmente junto aos alunos, principalmente na adolescência, uma vez que se encontram numa fase de definição e maturação do seu capital cognitivo, reconhecido por ser uma fase conflituosa,  desafiadora e afirmativa, exatamente, por ser uma fase de mudanças significativas e de transição, com um grande potencial a ser trabalhado, de forma consciente e coerente com as práticas pedagógicas atuais e o desenvolvimento da autonomia e o espirito crítico reflexivo. Em face da dinâmica do processo educativo, frente ao mundo transformação vertiginosa, é um imperativo a presença do Orientador Educacional nas escolas. É preciso, no entanto, criar as condições mínimas de trabalho, e, que sua importância sentida e reconhecida e valorizada por todos que estiverem envolvidos na tarefa educacional.


Síndrome de Burnout

Individual: Allan de Souza Berbat - Matrícula: 14112080346 


Acrescentando o relato das postagens, podemos lembrar que algumas pessoas que trabalham conosco, ou até mesmo do convívio diário, podem achar que esse esgotamento emocional, e físico são problemas irrelevantes em comparação a outros problemas tanto de ordem psicológica como de ordem biológica, no entanto, podemos enxergar que com a globalização, o mal deste século é sim uma doença de origem psicológica, que seria a depressão. São doenças silenciosas como essas que nós temos enfrentado a cada dia, e com cobranças exageradas de nossos empregos, famílias, círculos sociais tornam-se cada vez mais frequentes os casos de depressão, e esgotamento físico. Temos estágios bem marcantes para definição desta síndrome, são essas: 
  • Necessidade de se afirmar ou provar ser sempre capaz
  • Dedicação intensificada - com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho e a qualquer hora do dia (imediatismo);
  • Descaso com as necessidades pessoais - comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido;
  • Recalque de conflitos - o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema. É quando ocorrem as manifestações físicas;
  • Reinterpretação dos valores - isolamento, fuga dos conflitos. O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos, e a única medida da autoestima é o trabalho;
  • Negação de problemas - nessa fase os outros são completamente desvalorizados, tidos como incapazes ou com desempenho abaixo do seu. Os contatos sociais são repelidos, cinismo e agressão são os sinais mais evidentes;
  • Recolhimento e aversão a reuniões (recusa à socialização);
  • Mudanças evidentes de comportamento (dificuldade de aceitar certas brincadeiras com bom senso e bom humor);
  • Despersonalização (evitar o diálogo e dar prioridade aos e-mails, mensagens, recados etc);
  • Vazio interior e sensação de que tudo é complicado, difícil e desgastante;
  • Depressão - marcas de indiferença, desesperança, exaustão. A vida perde o sentido;
  • E, finalmente, a síndrome do esgotamento profissional propriamente dita, que corresponde ao colapso físico e mental. Esse estágio é considerado de emergência e a ajuda médica e psicológica uma urgência.[1]
  • Necessidade de se afirmar ou provar ser sempre capaz
  • Dedicação intensificada - com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho e a qualquer hora do dia (imediatismo);
  • Descaso com as necessidades pessoais - comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido;
  • Recalque de conflitos - o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema. É quando ocorrem as manifestações físicas;
  • Reinterpretação dos valores - isolamento, fuga dos conflitos. O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos, e a única medida da autoestima é o trabalho;
  • Negação de problemas - nessa fase os outros são completamente desvalorizados, tidos como incapazes ou com desempenho abaixo do seu. Os contatos sociais são repelidos, cinismo e agressão são os sinais mais evidentes;
  • Recolhimento e aversão a reuniões (recusa à socialização);
  • Mudanças evidentes de comportamento (dificuldade de aceitar certas brincadeiras com bom senso e bom humor);
  • Despersonalização (evitar o diálogo e dar prioridade aos e-mails, mensagens, recados etc);
  • Vazio interior e sensação de que tudo é complicado, difícil e desgastante;
  • Depressão - marcas de indiferença, desesperança, exaustão. A vida perde o sentido;
  • E, finalmente, a síndrome do esgotamento profissional propriamente dita, que corresponde ao colapso físico e mental. Esse estágio é considerado de emergência e a ajuda médica e psicológica uma urgência
Os sintomas: Forte dores de cabeça, tonturas, tremores, muita falta de ar, oscilações de humor, distúrbios do sono, dificuldade de concentração e problemas digestivos.
Eu trabalho como gerente administrativo de uma empresa do ramo de aquarismo, e tive a síndrome de burnout, onde tive que tomar antidepressivos e ficar em casa por 10 dias, e pelo conhecimento empírico do problema, posso afirmar que um das causas mais se acentuam em nós mesmos a síndrome é dedicar-se intensificadamente e não ser reconhecido, por isto, gerando a sensação de impotência e desqualificação do trabalho, gerando dúvidas até sobre nosso caráter e eficiência. Hoje, tento trabalhar da melhor maneira possível dando o meu melhor, no entanto, não me cobro o reconhecimento por um trabalho bem feito, apesar de "chato" ter que não se importar, dá menos problemas do que me importar e não ser reconhecido. 
https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_burnout
 http://www.uniica.com.br/artigo/sindrome-de-burnout-a-doenca-do-esgotamento-profissional/
Os desafios à atuação do pedagogo na escola-Assédio Moral

    A escola tem enfrentado muitos problemas. Um deles chama-se assédio moral ou bullying. O assédio moral é a exposição de uma pessoa a momentos humilhantes e constrangedores, que podem ocorrer durante o trabalho ou nas funções escolares. Entre os alunos, o bullying não escolhe pelo gênero, nem pela condição social. Ocorre quando o aluno (a) decide transformar a vida de outro aluno em um drama, acabando com o interior da criança abusada, que vai perdendo a vontade de viver. Um desafio à atuação do pedagogo é trabalhar principalmente no ambiente que a escola produz, se for pacífico e harmonioso, o aluno aos poucos entenderá que atitudes cruéis não são bem vindas lá. O aluno que promove o bullying o faz refletindo o cenário de uma sociedade violenta e sem respeito. 
Sendo assim o pedagogo deve ter a finalidade de desconstruir este cenário para o aluno. Um bom caminho é incluir ao currículo escolar programas como, semanas de conscientização e oficinas onde o assunto paz, cidadania e respeito ao próximo sejam explorados, através de peças teatrais, palestras interativas, músicas, e claro, tudo isso sempre ouvindo o aluno, e o fazendo ser o principal alvo para que todo esse trabalho possa surtir efeito. Obviamente, a escola não é a única responsável em formar o cidadão, porém, a mesma deve oportunizar ao aluno uma nova visão de mundo, aonde o respeito as pessoas seja levada a sério.


                               Somos o trio:   
                         
                          Carla Cristina De Paula, 
                          
                          Thaís Rodrigues Da Glória,  
                         

                           Leonardo Rodrigues Barbosa



Referências: http://brasilescola.uol.com.br/sociologia/bullying.htm
                        http://www.chegadebullying.com.br/parents.php
                        www.infoescola.com/sociologia/bullying-na-escola/


Porque uma criança se torna agressiva?

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AGRESSIVIDADE INFANTIL: A CRIANÇA, A ESCOLA E A FAMÍLIA

“Porque você não fica quieto, você já matou o seu pai, quer matar a sua mãe de desgosto também?” Assustadora esta frase não é mesmo? Ela foi proferida pela dona de um “hotelzinho”, local que presta atendimento às crianças, geralmente confundido com “creche e pré-escola”.
Essa frase foi dita para tentar conter a agressividade de uma criança de 5 anos de idade. Relatos apontam que ela batia nos amiguinhos e não respeitava as cuidadoras (chamo de cuidadora por não terem formação para atuar na educação de crianças, portanto não podem ser chamadas de professoras). Esse menino havia perdido o pai há pouco tempo em decorrência de um ataque cardíaco. A mãe estava vivenciando o luto e os problemas provenientes de uma situação como essa, que dói. Mas também dói na criança. Todavia, quem a escuta? Com quem ela extravasa esse aperto no peito? Com quem ela chora? Quem explica o motivo pelo qual o pai não aparece mais? Quem diz que a culpa não foi dela?
Ele estava vivenciando o luto e a forma que encontrava para colocar para o mundo sua tristeza era através de atitudes consideradas agressivas. Lembro-me de um paciente de 6 aninhos que havia perdido o avô. Perguntei onde doía, ele disse: “aqui”, apontando para o coração e “aqui”, apontando para o estômago.
Uma criança com comportamento agressivo, que tem dificuldades em lidar com os colegas e desobedece a professora, pode estar sinalizando que algo está errado na vida dela. Pode estar colocando através dessas atitudes, a tristeza, o medo, a insatisfação que, pela imaturidade emocional, não consegue extravasar de outra forma.
O primeiro passo frente a uma criança considerada agressiva é não olhá-la como má e, por isso, excluí-la ou rotulá-la com palavras como: “sempre você né!”; “Nunca fica quieto!”; “assim você fica sem amigo”, entre outras pérolas que, desesperadamente, pais, professores ou cuidadores utilizam, com a intenção de discipliná-la.
A criança dita agressiva pode estar vivenciando uma série de questões na vidinha dela. Pode estar sofrendo violência em casa (física ou psicológica) ou vivenciando um processo de separação dos pais ou sendo exposta a diversas situações onde a violência é a forma básica de relacionamento humano, enfim, muitas podem ser as causas para que a criança esteja manifestando um comportamento agressivo.
 
Lembro-me certa vez de um menino de 3 anos de idade que batia em todos os colegas da classe, inclusive jogou uma pedra na cabeça de um coleguinha, necessitando de alguns pontinhos para fechar o ferimento. Ele era rotulado como “psicopata mirim” pelas professoras que diziam: “ele é assim mesmo, tem que castigar, é falta de um bom corretivo”.
Não! Não é “assim mesmo” e “corretivo” certamente não ajudaria! Percorrendo a história de vida dele, percebemos que seus pais estavam brigando muito, inclusive pela guarda dele, com proibições e pressões para que ele escolhesse de quem ele mais gostava. Isso fazia com que a tensão dele fosse liberada na escola, com atitudes que possibilitassem chamar a atenção. Deu certo, ele realmente chamou a atenção das professoras, mas não da forma eficaz, justamente por elas já terem uma visão pré-concebida de que uma criança com comportamento agressivo é desobediente e má. Ora, o que ele pedia era amor, abraço, uma atenção positiva! Mas a escola pode fazer algo? A culpa é dos pais! Claro que pode fazer, e muito!
Fizemos uma reunião com as docentes e organizamos algumas ações: o “pedágio do beijo”: toda vez que ele passava pela porta da sala nós o beijávamos e elogiávamos (primeiro desafio para as professoras: transformar o olhar e buscar qualidades). Nos primeiros dias ele resistiu, mas insistimos e no final da primeira semana ele nos olhava, como que pedindo o beijo. Além disso, toda vez que ele estava fazendo uma atividade saudável, nós o elogiávamos, de modo que percebesse que a atenção também poderia vir de atitudes positivas.
Outra ação foi o projeto: “amizade”, onde as crianças faziam uma série de atividades promovendo o vínculo entre a turma, com histórias, pintura, argila, desenhos livres e tudo o que possibilitasse a expressão de sentimentos. Apenas 1 mês depois ele havia mudado seu comportamento, estava mais calmo, conseguindo brincar com os colegas e mais: nos abraçando espontaneamente e dizendo: “professora, e o pedágio do beijo”?. Os pais foram chamados na escola para uma reunião sobre o desenvolvimento dele, o que os ajudou a compreender o desenvolvimento infantil e olhar o menino com olhos mais positivos.
Veja que o comportamento agressivo na infância pode se manifestar através de diversos fatores, mas, fundamentalmente, ele é uma forma da criança expressar que as coisas não vão bem na vidinha dela. Ora, se nós, adultos, que estamos neste mundo há 20, 30,40 anos ou mais, temos dificuldades em lidar com as nossas emoções, como uma criança com tão pouco tempo de vida conseguirá?
Assim, pais e professores, tenham empatia para com as crianças. Elas também sentem o luto de um ente querido, também sofrem com a separação dos pais, também se sentem abandonadas, sozinhas, sem um olhar que as qualifiquem. Quando mostrarem-se agressivas, investiguem seus motivos. Às vezes é falta de alguém que as ouça, as abrace, as beije, que brinque com ela. (Você costuma brincar com seus filhos?). Outras vezes é o vazio pedagógico, ou seja, falta do que fazer que, com tanta energia acumulada, acaba extravasando de uma forma agressiva. Pode ser, inclusive, típico da idade, como as tão comentadas mordidas que os menores dão em seus amigos! Ora, elas são expressão do desenvolvimento infantil, normal da idade e que passará logo!
De qualquer modo, ouçam as crianças, entendam seu mundo para que haja mais amor e menos gritos, mais paciência e menos tapas. Certamente o retorno será mais agradável e saudável para todos!"


Psicologias do Brasil
Por: Michele Aragão
http://www.psicologiasdobrasil.com.br/agressividade-infantil-a-crianca-a-escola-e-a-familia/

TRIO: Samela Martins/ Gabrielle Rangel/ Elaine Amaro